sábado, 15 de dezembro de 2012
[Conto] O Feriado Perdido de Ricardo Slayer (versão curta)
Meu primeiro conto de terror
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Mudando de web atitudes
Eu, Lilian Kate Mazaki, tenho um problema sério com relação à publicões na web: a dispersâo de conteúdo. Ou seja, estou sempre abrindo novos espaços na webpars postar conteúdo, ao invés de fazer isto em um único endereço. Claro, a culpa disso é o fato de eu não resistir em testar ferramentas.
Só que isso gera um enorme inconveniente: meus textos acabam espalhados de modo que somente eu sei o que já escrevi ou não.
Tumblr, blogs no blogger e wordpress, twitter, twitpic facebook. . . Uma gama de sites onde meus projetos e idéias ficam jogados.
E porquê estou tagarelando com vocês sobre isso? Isso é porque agora decidi tentar resolver isto, centralizando essas publicações aqui no Creative 1000%. Claro, eu ainda tenho o Mundo Mazaki (e outros projetos conjuntos), mas fora esses a idéia é trazer os conteúdos diversos pra cá.
A moral da história é que mais vale misturar um pouco alguns conteúdos do que ter uma coletâneas de sites abandonados. Por tanto o Creative 1000% cai se tornar bem mais "criativo" doque esta. Quem sabe separar as coisas por colunas. Bom, isso eu organizo sozinha ne, é o mínimo.
Bom, por hora é isso.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
RB Battle - o codinome de um novo card game
sábado, 16 de junho de 2012
[Conto] O Estranho Prólogo de Ricardo Slayer
terça-feira, 6 de março de 2012
A saga de passar 3 meses sem internet
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Já faz um tempo, não?
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
E as pequenas responsabilidades vão crescendo....
quinta-feira, 30 de junho de 2011
[Conto] As 2 mil vidas de Ricardo Slayer
ele próprio:
- Hm....
- Por exemplo, eu sou você em uma das suas outras vidas paralelas.
- Hm....
- No caso, Ricardo, você tem outras 1999 vidas paralelas, nessas subrealidades que na verdade dependem dessa sua vida “principal”.
- Hm....
- O grande problema é que por volta de 1950 dessas suas outras vidas acabaram percebendo que são subvidas suas e ficaram revoltados.
- Ah.....
- E agora eles decidiram que querem aniquilar você para que algum deles possa assumir o seu lugar.
- Hm...
- Você está me escutando, Ricardo?
- Isso daqui é um sonho, não é?
Os dois Ricardos se encararam em silêncio por alguns minutos, ambos totalmente incrédulos com as palavras do outro:
- Eu estava falando sério, Ricardo.
- Se aqui é um sonho, então eu não tenho com o que preocupar. - respondeu o Ricardo real, esticando as pernas sobre a grama que ainda parecia tão macia e verde quanto a cinco minutos atrás apesar de agora ele saber que aquilo não era real.
- Você não entendeu o problema. Eles se uniram e conseguiram agora um meio de você estar aqui. Isso é perigoso.
- Quer dizer que eles realmente podem me matar? - a falta de emoção ou relavância com a qual o Verdadeiro falava sobre a possibilidade real de perder sua vida num mundo imaginário estavam tirando a paciência do Frade.
- Sim.
- E então, lá na realidade eu vou aparecer morto?
- Não. Algum deles vai substituí-lo.
- Ah.... e ninguém vai notar se eu não for mais eu?
- Todos eles são você.
- Até você?
- Sim.
- Hm....
- …...
- Você é um dos que me odeia?
- Ainda não, mas talvez eu mude de idéia.
- Ah.... - refletiu o Verdadeiro Ricardo, coçando o queixo enquanto encarava um silêncioso e aparemente exasperado ‘eu’ travestido de religioso.
vão.
- Eu já sonhei que fui um missionário?
- Você não se preocupa mesmo? - irritou-se o religioso.
- Sonhos não doem, então está tudo bem.
- Ah... então você acha isso...
- E não é verdade?
- Logo vai saber.
- Nossa, isso soou ameaçador....
- Até breve, Ricardo. - disse o Frade, desistindo de falar mais alguma coisa e
dando as costas ao outro, afastando-se sem muita pressa.
- Que maluquice... - comentou Ricardo para o vento agradável que soprava no seu rosto. - Até parece que eu-aí! - exclamou ele ao tentar apoiar a mãos e sem querer encostar em um pequeno ramo de espinhos que havia caído ao seu lado. - Espera...mas como....?
De repente o jovem percebeu longas sobras tomando conta da bela grama verde. Cada vez mais longas e mais escuras, rapidamente ele viu-se totalmente coberto por aquela escuridão causada por alguma coisa que devia ser fenomenalmente grande. Levantando-se ele olhou para a direção contrária, para ver de onde afinal vinha aquilo.
E Ricardo não se surpreendeu quando viu um conjunto de arranha-céus que quase chegavam às nuvens escuras que estavam ao alto. Ele se perguntou por um momento de onde teriam afinal vindo as nuvens, mas ignorou completamente o fato de também não saber de onde tinham vindo os prédios. Sem saber mais o que poderia fazer de bom naquele parque imaginário ele decidiu que era uma boa idéia conhecer aquelas construções mais de perto.